10 de julho, o Dia da Pizza

Ao contrário do conhecimento popular, apesar de tipicamente italiana, babilônios, hebreus e egipcios já misturavam o trigo e a água para assar em fornos rústicos a pizza, há mais de 5000 anos / GB Imagem

A história da pizza começou há seis mil anos com os egípcios. Acredita-se que eles foram os primeiros a misturar farinha com água. Outros afirmam que os pioneiros são os gregos, que faziam massas à base de farinha de trigo, arroz ou grão-de-bico e as assavam em tijolos quentes. A novidade foi parar na península da Etrúria, na Itália.

Ao contrário do conhecimento popular, apesar de tipicamente italiana, babilônios, hebreus e egipcios já misturavam o trigo e a água para assar em fornos rústicos há mais de 5000 anos. A massa era chamada de “Pão de Abraão”, muito parecida com os pães árabes atuais e recebia o nome de “piscea”. Os fenícios, três séculos antes de Cristo, costumavam acrescentar coberturas de carne e cebola ao pão, os turcos muçulmanos adotavam este costume durante a Idade Média e por causa das Cruzadas esta prática chegou a Italia pelo porto de Nápoles, sendo em seguida incrementada dando origem a pizza que conhecemos hoje.

A história da pizza no Brasil e a história da pizza em São Paulo se confundem, para não dizer que é impossivel falar de uma sem falar da outra. A pizza chegou ao Brasil justamente pelo Estado de São Paulo e sua capital, quando no litoral do Estado desembarcavam a maior parte dos imigrantes vindos ao Brasil, no Século XIX dentre eles, os italianos.

Há dúvidas de quem teria sido o primeiro pizzaiolo de São Paulo, alguns nomeiam o napolitano Carmino Corvino como sendo o pioneiro. Dom Carmeniélo mantinha sua cantina na esquina da Avenida Rangel Pestana com a Rua Monsenhor Anacleto, no Brás. Há quem diga, no entanto, que mesmo antes do surgimento das pizzarias, via-se nas recém-criadas ruas da cidade, italianos carregando tambores de cobre, que aqueciam pizza preparada previamente em casa. Carvões no fundo dos tambores tinham a incumbência de fornecer a temperatura necessaria para esquentar os pequenos discos na frente das pessoas, que ao passar pelas ruas, consumiam o alimento, como lanche ou refeição rápida, na hora do almoço.

 

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