“A Pequena Travessa” agradou o público do SBT

Bianca Rinaldi brilhou na tela do SBT, vivendo a pequena travessa Julia, que teve de se vestir de menino para conseguir arranjar emprego / Arquivo GB Imagem

 “A Pequena Travessa” foi mais uma aposta de Silvio Santos para emplacar a teledramaturgia no SBT. A novela levava o nome do apelido de Júlia (Bianca Rinaldi) que era chamada carinhosamente, quando criança, de “A Pequena Travessa”.

Orfã de mãe, Júlia morava em um conjunto habitacional com o pai, Rafael (Walter Breda), e os irmãos mais novos, Antônio (Caio Romei) e Daniel (Emanoel Dória). Alegre, extrovertida, inteligente e travessa, Júlia era muito querida por todos, especialmente por dois rapazes que cresceram com ela: Caio (Fábio Villa Verde) e Fernando (Nico Puig), também conhecido pelo apelido de Mercúrio. Caio herdou do pai uma marcenaria, era um bom garoto e se preocupava em ajudar as pessoas. Mercúrio era ambicioso, sem escrúpulos e líder de uma gangue, que vivia envolvida com roubos e tráfico. Os dois eram apaixonados por Júlia. Mas o coração de Júlia realmente balançou quando ela conheceu Alberto, (Rodrigo Veronese) um jovem bonito, rico, bom caráter e que acabara de se formar em Direito. Júlia e Alberto se conheceram em um momento muito difícil: o pai de Júlia, Rafael, foi atropelado e levado às pressas para o hospital. Ela recebeu a notícia que seu pai havia ficado paraplégico. Mercúrio tentou falar com ela, mas a moça o ignorou, pretendendo ficar sozinha. Ele insistiu, mas nada adiantou, pois Alberto aparece, para livrá-la de Mercúrio. Nesse momento, nasce um grande amor, mas nenhum dos dois tinha consciência ainda desse sentimento tão forte.

Após o atropelamento de seu pai, Júlia decide trabalhar para sustentar a família. Ela se interessou por um emprego de office-boy na loja Marcello Fantucci (Luís Carlos de Moraes). Mas o dono queria um homem. Então, Júlia tem a ideia de se disfarçar de homem, se transforma, volta à loja e, a partir daí, Júlia vira Júlio.

Esse foi o enredo de “A Pequena Travessa”, claro que Alberto e Júlia só ficaram juntos no final da novela. A drama agradou o público, considerado um dramalhão mexicano com um gostinho brasileiro, que foi ao ar de 4 de novembro de 2002 a 15 de abril de 2003, às 20h15 e posteriormente represada nas tardes da emissora. A novela foi baseada no texto original de Abel Santa Cruz, com tradução e adaptação de Rogério Garcia e Simoni Boer.

 

 

 

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