“A Sucessora” foi ao ar em 1978, na tela da Globo

A novela “A Sucessora”, ambientada no Rio de Janeiro entre os anos de 1925 e 1926, foi escrita por Manoel Carlos, baseada no livro homônimo de Carolina Nabuco e girou em torno da história de Marina (Suzana Vieira) e Roberto Steen (Rubens de Falco).

Em “A Sucessora”, Nathália Timberg interpretava Juliana, a governanta má da trama / Arquivo GB Imagem

Roberto Steen era um homem rico e culto, mas vivia atormentado pelas lembranças de sua falecida esposa. Na tentativa de esquecê-la, ele se casou com Marina, uma moça simples que sempre viveu no campo.

Numa das paredes da mansão onde o casal morava, tinha um enorme retrato da falecida Alice, cuja imagem era cultuada por todos, principalmente pela governanta Juliana (Nathália Timberg), que não media esforços para manter viva todas as lembranças da ex-patroa morta. Juliana aproveitava-se da simplicidade de Marina para massacrá-la. Marina, por sua vez, sofria para acostumar-se aos ambientes luxuosos que frequentava ao lado do marido.

Na verdade, a governanta era apaixonada por Steen e queria ter sido ela à escolhida para ser a segunda esposa. Malvada, Juliana se aliou a Adélia (Lisa Vieira), que também queria desfazer o casamento de Steen.

“A Sucessora” foi ao ar pela Globo, na faixa das 18 horas, com 125 capítulos. A novela foi exibida de 09 de outubro de 1978 a 02 de março de 1979 e foi a segunda novela reprisada na sessão “Vale a Pena Ver de Novo”, entre novembro de 1980 a maio de 1981.

A novela ganhou duas versões na América Latina, a “Manuela” em 1991, na Argentina, e “Isabella, Uma Mujer Enamorada”, em 1999, no Peru. A versão produzida pela Globo foi sucesso em mais de 50 países, destacando-se Angola, Holanda, Itália, Suíça e na antiga URSS.

Seguindo a onda de reviver seus sucessos, “A Sucessora” merecia ter uma nova produção, assim como está acontecendo com “Éramos Seis”.

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