Óculos de sol: mais do que beleza, são uma necessidade!

Os óculos de sol protegem a visão e a pele ao redor dos olhos, garantindo mais saúde e a beleza da pele / GB Imagem

Até bem pouco tempo, os óculos de sol eram apenas acessórios de beleza que conferiam sofisticação ao visual. No entanto, com o desenvolver das pesquisas quanto aos efeitos nocivos dos raios UVB e UVA, os óculos de sol passaram a ser considerados essenciais na proteção dos olhos e da pele ao redor deles. Assim, os óculos de sol se tornaram adereços indispensáveis: eles protegem e ainda garantem uma levantada no visual. Até mesmo as crianças ganharam modelitos especialmente para elas.  

A indústria do setor aperfeiçoou-se e não faltam novidades. Os óculos de sol são item que também entrou nas tendências da moda. Gente famosa empresta seu nome para vários modelos que movimentam o mercado. Tem óculos de sol para todos os gostos, que combinam com todos os tipos de rosto e com todos os bolsos.

É chique e moderno usar óculos escuros. Bombardeado por tantas variedades, nem sempre o consumidor consegue ver a diferença entre o adequado e o que é simplesmente bonito, falando agora do ponto de vista da saúde dos olhos.

Geralmente, os modelos são escolhidos seguindo os critérios da moda e que tenham bom preço, sem levar em conta o material com que realmente foram produzidos, quer sejam as lentes ou os metais que dão a sustentação.

Os oftalmologistas são unânimes ao afirmarem que óculos de sol de má qualidade causam danos aos olhos. Se de um lado foram criados para proteger a visão e a pele ao redor dos olhos contra os efeitos do sol, quando são de procedência duvidosa deixam de cumprir essa importante função. A principal função dos óculos escuros é filtrar os raios ultravioletas, infravermelho e outras irradiações, ao mesmo tempo em que permite a pessoa enxergar as mesmas coisas sem alteração de cores.

Segundo os especialistas, os óculos de sol diminuem a luminosidade, as pupilas ficam mais dilatadas, permitindo uma passagem maior de raios ultravioletas. Justamente por as pupilas se dilatarem que as lentes dos óculos de sol devem ter o filtro anti-UV, que protege e bloqueia a entrada da radiação solar indesejada.

Durante a aquisição do acessório, o primeiro item que deve ser avaliado é em relação à proteção contra os raios ultravioletas (UVA e UVB), que devem ser de 100%. Qualquer outro nível de proteção abaixo disso poderá causar queimaduras de retina e córnea, além de outras doenças como catarata, ceratite, doença degenerativa da retina, dores de cabeça e proliferação do pterígio, aquela “carne” que cresce no canto do olho.

As cores das lentes não interferem na eficácia da proteção; o mais importante é que as lentes tenham proteção garantida pelos órgãos competentes e superfície regular para evitar o esforço do cristalino, responsável pela focalização.

O excesso da radiação fica concentrado na parte central da retina, que causa degeneração macular e os principais sintomas são na dificuldade de leitura, no reconhecimento de fisionomias e na distinção de cores ou detalhes, sendo estes nos casos avançados.

Os médicos alertam que é importante lembrar que o uso de óculos de sol, com lentes de qualidade, passou a ser uma necessidade em razão do buraco na camada de ozônio estar cada vez maior. Vale lembrar que as lentes devem sempre ser em resina e nunca em acrílico.

Ao comprar óculos de grau ou de sol, o melhor é procurar um profissional especializado, e mesmo assim se as dúvidas persistirem consulte um oftalmologista. 
Fuja daqueles modelos que tem origem incerta. Compre numa ótica de sua confiança e prefira lentes que têm certificado de garantia. Nos laboratórios das óticas existe equipamento que mede o grau de UVA e UVB; não tenha receio de pedir para que testem o modelo a ser adquirido.

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