Operação do MP prende fraudadores de licitação

Operação da A 25ª Promotoria de Justiça de Investigação Penal da 1ª Central de Inquéritos e  Polícia Civil, batizada de “Operação Casa de Papel”, em cumprimento de mandados de busca e apreensão, prenderam quatro, de seis pessoas que fraudavam licitações no estado.  Os indiciados, liderados por Walter José da Silva, simulavam concorrência em processos licitatórios com o poder público. Quatro pessoas foram presas.

A investigação teve início após informação da Controladoria Geral do Estado (CGE), que detectou indícios de fraude no pregão eletrônico PERP 11/16, envolvendo os sócios das empresas Diboa Comercial Ltda. e Somar Rio Distribuidora, que se associaram para a prática reiterada de falsidade ideológica, a fim de burlar licitações.

As licitações investigadas tinham como objetivo a aquisição de papel junto à Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão, que ocorreu entre os dias 20 de maio e o dia 25 do mesmo mês em 2016. De acordo com o MPRJ, apesar de aparentarem ser concorrentes em processos licitatórios, as empresas têm fortes ligações. Apurou-se, por exemplo, que as duas empresas ofereciam lances a partir de um mesmo computador.

“Os indiciados, através do (até então) líder da associação criminosa, Walter José da Silva, simulavam concorrência, para dar ares de legalidade e competitividade, utilizando empresas, cujos sócios eram pessoas interpostas”, diz o pedido de prisão encaminhado pelo MPRJ para a Justiça.

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