Um exemplo de resistência e fé

No dia 14 de junho de 1942, Anne Frank começou a registrar, com muita poesia e determinação, a rotina que mantinham vivos sua família e mais quatro pessoas, membros de uma família vizinha enquanto estavam escondidos no último andar do prédio que fora de seu pai, em Amsterdã. O diário ela ganhara dois dias antes, no seu aniversário quando nem imaginava a tragédia que se abateria sobre eles. Anneliese Marie Frank era judia, nascida em Frankfurt am Main (Hesse), na Alemanha. Patriotas, participaram da I Guerra e depois migraram para a Holanda. Quando Otto Frank percebeu que seriam presos pela polícia de Hitler, escondeu-se com a mulher e as duas filhas, mais os vizinhos, no último andar de seu prédio e lá permaneceram durante 25 meses. Foi neste período que Anne escreveu o seu diário, transformado em livro (“O Diário de Anne Frank”), dois anos depois do término da guerra, por iniciativa do pai. A obra transformou-se em símbolo do Holocausto.

Anneliese Marie Frank viveu durante 25 meses confinada no andar superior de um prédio, com mais sete pessoas; todos escondidos dos horrores nazistas, dividindo a comida, sem poder conversar e aceitando mutuamente as fraquezas humanas. Tudo isso ela registrou num livro, transformado em “O Diário de Anne Frank”. Foto: GB Edições

Os oito habitantes do Anexo Secreto acabaram sendo descobertos e deportados para os campos de concentração. Anna Frank morreu de tifo em Bergen-Belsen, em março de 1945, poucos meses antes do final do conflito. Sua irmã e a mãe também morreram na mesma época. Somente o pai sobreviveu, vindo a falecer em 1980. O local onde Anne ficou escondida foi transformado em museu após a publicação do diário.

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