Corda pode arrebentar do lado mais fraco em Casimiro de Abreu no caso dos guarda-chuvas alugado a R$ 210

Por Cezar Guedes em 11/01/2022 às 09:03:52
Cada um desses guarda-chuvas usados na decoração natalina foi alugado R$ 210

Cada um desses guarda-chuvas usados na decoração natalina foi alugado R$ 210

Um processo licitatório não passa apenas pelos integrantes da Comissão Permanente de Licitação de uma Prefeitura. Antes de ser aberto o pregão ou a concorrência, vem o pedido pelo órgão a ser atendido pela aquisição ou prestação de serviços, e só é concluído depois de tramitar pela controladoria e passar por um procurador, mas em Casimiro de Abreu, pequeno município do estado do Rio de Janeiro, um determinado pregão estaria sendo atribuído só ao pessoal da licitação, o que se de fato ocorrer, será uma grande injustiça por parte da gestão do prefeito Ramon Gidalte.

O processo licitatório em questão é o que foi aberto para contratar a empresa que ficou encarregada de fazer a decoração natalina da cidade, no caso a FJR Contildes, contratada pelo valor global de R$ 584.064,00, sendo R$ 80.400,00 só para locação de 400 guarda-chuvas ao custo unitário de R$ 210.

De acordo com uma fonte ligada ao governo, tudo estaria sendo encaminhado para por na conta do pessoal do setor de licitações a responsabilidade sobre a escolha da empresa, caso a apuração que o prefeito teria determinado conclua por alguma irregularidade. Segundo a fonte, no próprio governo não se discute que o preço do aluguel dos guarda-chuvas está fora da realidade, mas ninguém quer levar a culpa, e o prefeito vai querer dar uma satisfação, pois o caso teve uma repercussão muito negativa na cidade.

Ainda segundo a fonte, a justificativa que estaria sendo ensaiada é de que o preço engloba a instalação e desinstalação dos guarda-chuvas que foram pendurados por um cabo, mas ainda assim o preço cobrado pela empresa não se justificaria.

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